Trama do RPG - Resumo
Prólogo
Houve um tempo de guerra que assolou o País do Fogo por inteiro, dizimando famílias, campos e gerações a fio fosse a mando da honra ou do dinheiro. Esta era ficou conhecida como a Era dos Estados Combatentes. Cansados do derramamento de sangue intenso recorrente dentro das dependências do lar, as gerações passaram a adotar medidas de paz e cessar fogo, gerando um tempo de paz depois de anos em guerra.

Para dar um fim a tudo isso, o Tratado de Wakai foi assinado pelas quatorze cabeças dos clãs combatentes - e restantes - na presença do Daimyo Shimitsu, um termo de posse em uma região específica no interior do País, demarcado em quatorze territórios. Devido a convivência frequente das famílias em função da proximidade, a convergência dos territórios era iminente. Um segundo encontro diplomático entre os líderes resulto no que veio a ser chamado pouco tempo depois de União do Fogo, governada simultaneamente por estes, em uma junta democrática nomeada Conselho do Fogo.

Junto desta união nasceu um sistema de organização militar, hierarquizando aqueles que chegassem em determinados níveis de poder em um modelo de poder guiado e determinado pelo Conselho. Enquanto alguns já ganhavam altos postos, a preocupação com a educação das crianças das famílias surgia igualmente e, com isso, nasce a Academia Ninja e os futuros talentos que protegerão a União no futuro.
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Inuzuka Akita
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Genin
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14.01.19 2:11


 ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  Não sei se já mencionei antes, mas meus tios não são os dois ninjas. Ambos são Inuzuka, porém minha tia só se chama assim por conta de ter casado com meu tio. Ele sim é um ninja, e é quem se dispôs a me ensinar as artes do clã quando chegasse a hora. Ele provavelmente não lembrava mais disso. Minha tia trabalhava vendendo flores que ela mesma cultivava em casa, e era até que bem famosa no ramo. Essa semana ela tinha saído para uma convenção importante do ramo de floricultura e foi ela que lembrou meu tio do que ele tinha me prometido. Eu já tinha realizado meu Teste Genin, então para ela estava na hora de eu iniciar os treinamentos dignos de um Inuzuka.

— Venha logo, rapaz, se a gente treinar no quintal e bagunçar o jardim da sua tia ela mata nós dois quando voltar.

‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  Ela tinha deixado um recado para ele bem claro que quando voltasse queria que eu tivesse algo além dos caninos pintados no rosto e o Kai para provar que sou um Inuzuka. O momento tinha chegado: eu iria aprender o estilo de luta do clã. Seguimos por entre a floresta na fronteira da vila para uma área bem aberta que eu nem sabia que existia. Kai veio comigo, e ele avançava de uma maneira muito fofa com suas pernas pequenas saltados de galho em galho logo atrás do meu tio e eu, o que me arrancou risadas durante o trajeto. Chegando lá, era a hora da teoria.

— Vamos falar sobre o Jūjin Taijutsu.

— Ah, eu já sei a teoria. Estudei isso na biblioteca.*

‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  Meu tio parecia meio surpreso por eu prontamente demonstrar que já sabia sobre o que ele iria me ensinar e prontamente pediu para que eu explicasse para ele então, com minhas próprias palavras.

— O Jūjin Taijutsu é basicamente em um estilo de luta em que você emula um animal para tornar seus golpes mais velozes, fortes e principalmente mais ferozes. Você até luta de quatro, se apoiando nas mãos, bem igual um animal mesmo. As unhas crescem na forma de garras, os dentes também aumentam para simular presas. Você basicamente imita a forma que seu parceiro canino luta só que sem se transformar completamente em um cachorro, só simulando as características dele no seu próprio corpo.

‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  Meu instrutor estava pasmo. Eu dei tantos detalhes sobre o estilo que ele só conseguiu ficar de boca acerta, gaguejando e ensaiando o que falar.

— E-e você sabe como você faz essa simulação?

— Sabe que não? — respondi de forma franca — Não é só imitar um animal? Tipo, interiorizar uma besta e agir descontrolado?

— O quê? Claro que não. Nosso estilo de luta faz uso do ninjutsu Shikyaku no Jutsu para funcionar.

— É mesmo! Ele é o responsável pelas alterações físicas. Lembrei agora que você falou. Então treinaremos o Shikyaku no Jutsu?

— Bom, basicamente, sim.

‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  De teoria explicada, hora de partir para a prática. Como é uma técnica treinada apenas pelo Inuzuka e não com o ninken em conjunto, Kai ficou livre para brincar pelas proximidades até se cansar. Eu, por outro lado, fiquei ali com meu tio, meditando. Segundo ele eu precisava primeiro sentir o meu fluxo de chakra, porque era uma técnica de um nível um pouco mais avançado que o ensinado na Academia. Não perdi tempo questionando e rapidamente tratei de me concentrar. Ele explicou que você distribui essa chakra pelo corpo inteiro, porque você precisa ampliar a capacidade do corpo por completo para que o jutsu seja eficiente. Era um novo aprendizado. Eu sabia manifestar chakra como defesa em partes do corpo, agora teria que distribuir tudo isso sobre o corpo inteiro de forma de ampliação se quisesse completar aquele treinamento. De meditação terminada, hora de partir pro grosso do treino.

‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  Meu tio ensinou o selo de mão necessário, e era somente um. Com essa informação em mãos, era hora de começar a fase de tentativas e falhas. O selo de mão facilitava em muito a distribuição da energia pelo corpo, mas só distribui-la não faria efeito algum fora me desgastar.

— Tente visualizar. Imagine o Kai. Agora imagine como se você fosse ele. Tente sentir a besta interior.

‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  Sentir a besta interior... É um treino interessante. Aparentemente, eu precisava usar da minha mente para modular o chakra da forma que eu desejava. O que tornava o Kai, bem, o Kai? Ele era um filhote, astuto e animado. Mas também gostava muito de lutas, conseguia ser feroz quando queria. Ferocidade... Eu tento canalizar essa ferocidade de alguma forma em meu corpo.

— Opa, sinto que está indo bem.

‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  Eu sentia como se meus músculos tivessem expandindo, porém não consegui manter por muito tempo. Precisava de mais concentração. Nas tentativas seguintes, meu foco era sempre aumentar a duração da transformação. Eu estava buscando por ao menos estabilidade. Tudo bem se eu não tivesse tão forte quando desejado, o importante era manter a transformação. Levei dias para conseguir aperfeiçoar essa distribuição de chakra pelo corpo, e quando consegui, tive que treinar torná-la adequada. Eu precisava ficar mais forte e mais veloz, então os próximos dias seguirem tentando encontrar a forma de manipular o chakra para me dar essas melhorias corporais. Estava levando mais tempo que o normal, minha tia até mesmo chegou de viagem e o treino não estava concluído. Mas ela estava satisfeita dele já ter sido iniciado, de qualquer maneira. Levei mais alguns dias para aperfeiçoar as melhorias corporais, e quando consegui, era a hora de treinar as características visuais.

— Você tem o poder de uma fera, porém não tem suas garras e presas. Para o próximo passo do treinamento, você deve aprender a modificar seu corpo para além de dar mais poder.

‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  Era um novo desafio. Como eu faria minhas unhas e dentes crescerem? Meu tio explicou que não era coisa de outro mundo, porque a técnica foi feita para isso. Eu só precisava encontrar o caminho adequado para realizar isso por conta própria. Com o selo necessário em mãos, eu comecei a me curvar. Essa parte eu já conseguia fazer. De olhos fechados, tentei me concentrar. Fluir o chakra pelas minhas unhas e então visualizar elas crescendo. Sem perceber, até mesmo dei um grunhido. Meu tio do outro sorriu animado, pois eu parecia estar mesmo pegando o espírito da coisa. Levei alguns dias para conseguir fazer as unhas crescerem de forma considerável, e mais alguns dias para que elas mantivessem sua resistência. Sim, das primeiras vezes elas cresciam mas ficavam frágeis. Eu não conseguiria arranhar ninguém naquelas condições. Depois disso, aprender a aumentar os dentes para serem as presas foi coisa fácil. Demorei alguns dias por ser uma parte nova a ser modificada, mas era basicamente a mesma coisa de criar as garras.

‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  ‏‏‎  O restante do treinamento consistiu em aprimorar o conceito "bate e corre" que o clã promovia. Não era algo difícil em si, e mais algo mais para se acostumar. Meu corpo aprimorado pela técnica do clã me permitia atacar e desviar sem permitir um revide, então eu tinha que aperfeiçoar esse ponto e me acostumar para buscar lutar assim sempre que estivesse usando o estilo. Não lutar assim seria um desperdício segundo o explicado com meu tio. Como treino final, pude lutar com meu tio para me acostumar a manter a técnica sob tensão. Dessa vez, Kai estava ao meu lado. Foi uma luta amistosa, com meu tio evitando me ferir e focando mais em apenas me empurrar e desviar. No fim, deu tudo certo. Minha tia ficaria satisfeita e, melhor que isso, eu me sentia ótimo.

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14.01.19 11:17
@ Aprovado. Estilo de luta aprendido e + 15 de xp.
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